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Primeira Edição

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🎮 Vitória Game Party 2005 – O Início de uma Nova Era dos Jogos no Espírito Santo

 

📅 Setembro de 2005: quando tudo começou

Entre os dias 23 e 25 de setembro de 2005, o Espírito Santo viveu um momento que marcaria para sempre a história da tecnologia e dos jogos digitais no estado. No auditório da FAESA, em Vitória, ocorreu a primeira edição da Vitória Game Party, um evento ousado e pioneiro que uniu estudantes, desenvolvedores, professores e entusiastas em torno de um objetivo comum: celebrar o universo dos games e fomentar o desenvolvimento da indústria capixaba de jogos digitais.

A ideia surgiu no final de 2004, fruto da inquietação e da visão de um grupo de educadores e profissionais apaixonados por tecnologia. Com o apoio decisivo da FAESA — através dos cursos de Ciência da Computação e Desenvolvimento de Jogos 3D — e do jornal A Gazeta, que acreditou no projeto e o divulgou em seu caderno Informática, o sonho começou a ganhar forma.

O resultado foi um encontro vibrante, plural e inovador, que reuniu centenas de pessoas em um ambiente onde a paixão pelos jogos e a busca pelo conhecimento se encontraram.


🚀 Um evento que nasceu da curiosidade e do desejo de aprender

A Vitória Game Party 2005 nasceu com uma missão clara: conectar pessoas e gerar oportunidades. Em um período em que o desenvolvimento de jogos ainda era visto como algo distante e inacessível no Brasil, o evento mostrou que o Espírito Santo poderia ser protagonista dessa nova economia criativa.

Entre os objetivos estavam:

  • Promover a socialização entre jogadores e desenvolvedores;

  • Fomentar o uso de softwares livres e redes wireless, que ainda engatinhavam no país;

  • Incentivar o mercado estadual de tecnologia e entretenimento digital;

  • Estimular a criação de empresas locais e a formação de novos profissionais;

  • Discutir ética e responsabilidade no uso das tecnologias.

O público foi diverso — jovens, adultos, profissionais de TI, gamers casuais e curiosos — todos unidos pela curiosidade e pela empolgação com um setor que, à época, já movimentava US$ 24 bilhões por ano no mundo e crescia mais rápido que o cinema e a música juntos.


🎤 Palestras que formaram uma geração

Durante os três dias de evento, o auditório da FAESA recebeu palestras e debates técnicos com nomes que se tornariam referência na área de tecnologia e desenvolvimento no Espírito Santo e no Brasil.

Entre os temas apresentados estiveram “Tecnologia dos Jogos: Entretenimento e Realidade Virtual”, com Eduardo Azevedo; “Desenvolvimento de Aplicações Móveis”, com Alessandro (Vixteam); “Engines e Shaders”, com Tiago Pinheiro Teixeira (Interama); e “Inteligência Artificial Aplicada a Jogos”, com Luiz Manoel Gerosa.

Outros nomes que marcaram presença: Gilberto Sudré, Giovanni Zanol, Fábio Daniel Ribeiro, Janete Rocha, Antônio Peloso, Tiago Barcellos Pereira e Marcos Santanna, discutindo desde roteirização e design de jogos até otimização em C++.

O evento também deu espaço à troca de experiências e à formação técnica, com o auditório sempre lotado e o público participando ativamente das apresentações.


🕹️ Competições e cultura gamer

Um dos momentos mais aguardados da Vitória Game Party 2005 foi o Campeonato de Counter-Strike, que reuniu dez equipes em uma maratona de 18 horas consecutivas de competição.
A energia no ar era eletrizante — cliques rápidos, comandos sincronizados e gritos de vitória ecoando pelos corredores.

O Clan Butcher levou o primeiro lugar, seguido pelos times Debores7 e Skill Please.
Os vencedores receberam prêmios em dinheiro, livros técnicos e medalhas, em uma premiação que reconheceu tanto o talento quanto o espírito esportivo.

Além das disputas, a cultura gamer se manifestou em outras frentes:

  • O Casemod, uma mostra criativa de gabinetes customizados, premiou Luiz Fernando e Jorge Schemiko;

  • O Install Fest, promovido pelo grupo Linux-ES, ajudou o público a instalar e conhecer o sistema operacional Linux;

  • E a parceria com a GameCore possibilitou a montagem da maior rede de Xbox já feita no Espírito Santo, com 16 consoles interligados e televisores de 29 polegadas — um espetáculo tecnológico para a época.


📰 Mídia, divulgação e reconhecimento

A organização do evento envolveu mais de 80 pessoas, entre professores, alunos, voluntários e empresas parceiras como Creative Games e Interama.
A divulgação contou com banners espalhados por Vitória, outdoors, reportagens no jornal A Gazeta, A Tribuna, TV Gazeta, além de postagens em fóruns e comunidades do Orkut — o grande centro de interação online em 2005.

A cobertura de mídia foi fundamental para atrair o público e consolidar o nome “Vitória Game Party” como um marco da cultura digital capixaba.


🧩 O legado da primeira edição

Mais do que um evento, a Vitória Game Party 2005 foi um movimento cultural.
Ela lançou as bases para a formação de uma comunidade unida, que viria a evoluir e se fortalecer nos anos seguintes com a criação de cursos especializados, empresas de jogos e, mais tarde, da Associação Game Dev ES — que hoje chancela o evento.

O impacto foi duradouro: muitos dos participantes da primeira edição seguiram carreira na área de desenvolvimento, tecnologia e educação, tornando-se multiplicadores de conhecimento e inspiração para novas gerações.


💫 O início de uma história que continua

Vinte anos depois, o Vitória Game Party segue firme em sua missão de inspirar, conectar e transformar.
Aquele evento de 2005 foi o primeiro passo de uma longa jornada que ajudou a posicionar o Espírito Santo no mapa da indústria criativa e tecnológica brasileira.

O mesmo espírito de curiosidade, colaboração e inovação que uniu estudantes, profissionais e visionários naquela época continua vivo — impulsionando as novas edições e consolidando o VGP como um símbolo da cultura gamer capixaba.


📸 Texto baseado no memorial histórico da 1ª edição da Vitória Game Party (FAESA, 2005), com imagens e relatos originais da organização do evento.

Segunda Edição

 

🎮 Vitória Game Party 2011 – A Segunda Edição e o Renascimento do Evento

📅 22 a 25 de novembro de 2011: o retorno da cultura gamer capixaba

Seis anos após a histórica primeira edição de 2005, a Vitória Game Party voltou a movimentar o cenário de jogos e tecnologia do Espírito Santo. Entre os dias 22 e 25 de novembro de 2011, o campus da FAESA, em Vitória, recebeu a 2ª edição do evento — uma versão mais técnica e acadêmica, que trouxe cursos e palestras voltados à profissionalização e inovação no setor de jogos digitais.

Organizada em parceria com o Centro de Inovação Microsoft Vitória (MIC Vitória) e a ExtintoGamer, a segunda edição marcou um novo momento para o evento. Diferente da proposta original enviada à FAPES, que previa uma ampla conferência de múltiplos dias, a realização prática acabou assumindo uma forma mais concentrada e dinâmica: um curso sobre desenvolvimento com Kinect e uma série de palestras temáticas ao longo da semana.


🚀 Um evento de reencontro e novas conexões

A abertura oficial da segunda edição foi conduzida por Rober Marconi-Rosi, professor da FAESA e coordenador do curso de Jogos Digitais. Ele deu as boas-vindas ao público destacando a importância da formação técnica e da produção local para o fortalecimento da economia criativa capixaba.

Logo após, o palco foi tomado por Moacyr Alves, então presidente da ACIGames (Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games do Brasil). Moacyr apresentou a entidade e explicou o projeto Dia do Jogo Justo, uma campanha nacional que propunha vender jogos a preço de custo, sem impostos abusivos — um marco para o movimento em prol da democratização dos games no país.

Na sequência, a professora Mônica, psicóloga que atuava com jovens em conflito com a lei, trouxe uma palestra impactante sobre jogos e violência. Seu relato derrubou estereótipos ao mostrar que, na prática, a maioria dos jovens infratores atendidos por ela nunca havia jogado videogame, questionando o discurso que associava games à agressividade.


💡 Segunda noite: tributação, social games e impacto social

O segundo dia começou novamente com Moacyr Alves, que voltou ao palco para tratar de um tema central: a tributação de jogos digitais no Brasil. Ele detalhou os desafios da indústria nacional, o peso da carga tributária e os obstáculos legais que impediam o crescimento do setor.

Em seguida, foi a vez de Francisco Tupi, representante da Games for Change Brasil e Latam, apresentar a proposta dos social games — jogos criados com o propósito de gerar impacto positivo em causas sociais, ambientais e educacionais. Sua fala inspirou estudantes e profissionais a enxergarem os jogos como ferramentas de transformação social e não apenas entretenimento.


🧠 Terceiro dia: Kinect, inovação e novas plataformas

A quarta-feira, 24 de novembro, foi marcada pela chegada de Maurício Tadeu Alegretti, MVP da Microsoft em 2011, que apresentou um curso prático de desenvolvimento com Kinect, Silverlight e XNA. Alegretti demonstrou como integrar o sensor Kinect ao Visual Studio, criando experiências de movimento e interatividade. Também apresentou o emulador do Windows Phone, mostrando como desenvolver e testar jogos para dispositivos móveis com a tecnologia da época.

Após a demonstração, o palco recebeu Luiz Manoel Gerosa, professor da FAESA e cofundador da Interama, estúdio capixaba de destaque nacional. Gerosa falou sobre o crescimento dos social games e sobre o processo de desenvolvimento em equipe dentro da indústria criativa.


🌐 Quarto dia: inovação, serious games e mercado

O penúltimo dia de evento começou com Cheryl Etier, gerente do Centro de Inovação Microsoft Vitória, que apresentou as iniciativas da Microsoft em apoio a startups e projetos de pesquisa em tecnologia e games.

Em seguida, Kléber de Oliveira Andrade, conhecido como PDJ Kleber, apresentou uma palestra vibrante sobre serious games — jogos voltados à educação, treinamento e saúde. Kleber mostrou exemplos de projetos nacionais e internacionais e discutiu como o mercado de serious games estava se expandindo rapidamente, criando novas oportunidades para desenvolvedores e educadores.


📣 Último dia: marketing de jogos e perspectivas do setor

Encerrando a semana, Bernardo Medeiros subiu ao palco para falar sobre marketing e divulgação de jogos digitais. Sua apresentação abordou desde as estratégias de comunicação para o público gamer até as especificidades do marketing de produtos culturais no mercado brasileiro.

O público, formado por estudantes, desenvolvedores e professores, encerrou o evento com a sensação de estar participando de um novo ciclo de inovação tecnológica e integração entre academia e indústria.


🕹️ Curso Kinect e prática aplicada

Paralelamente às palestras, a empresa InstintoGamer ministrou um curso prático de desenvolvimento com Kinect, que teve duração de quatro tardes. Os participantes aprenderam a configurar o sensor, entender sua integração com o framework XNA e desenvolver pequenos protótipos interativos utilizando gestos e reconhecimento de movimento — uma tecnologia ainda inédita no Espírito Santo naquele período.

Essa experiência marcou a introdução das tecnologias de captura de movimento e interação natural nas práticas acadêmicas locais, abrindo caminho para o interesse posterior em realidade aumentada e virtual (AR/VR), que se tornariam temas centrais nas edições futuras do evento.


📰 Um passo à frente

A segunda edição da Vitória Game Party teve menor estrutura física que a de 2005, mas foi enorme em impacto e conteúdo. Ela consolidou o evento como um espaço de formação e inovação tecnológica, além de reunir profissionais de renome nacional e internacional.

Com apoio da FAESA, MIC Vitória, ACIGames, Interama, e de professores e estudantes engajados, o evento se firmou como parte essencial do ecossistema capixaba de jogos digitais.


💫 O legado de 2011

A VGP 2011 representou o renascimento do evento e o início de uma nova fase. A partir dela, as conexões entre academia, mercado e inovação se intensificaram, gerando frutos que viriam a florescer nas edições seguintes.

O evento mostrou que o Espírito Santo estava pronto para integrar o cenário nacional de desenvolvimento de jogos — com talento, criatividade e vontade de transformar o setor tecnológico em oportunidade de futuro.


📸 Texto baseado no Plano de Trabalho submetido à FAPES (2011) e nos registros da execução real do evento, entre 22 e 25 de novembro de 2011, na FAESA.

Terceira Edição

 

🎮 Vitória Game Party 2012 – Round 3: A consolidação do cenário capixaba de games

📅 25 a 27 de outubro de 2012 – A FAESA se transforma novamente no palco da cultura gamer

Em outubro de 2012, o Vitória Game Party chegou à sua terceira edição, reunindo estudantes, desenvolvedores e entusiastas do mundo dos jogos digitais em mais um encontro memorável no campus 1 da FAESA, em Vitória.
Realizado entre os dias 25 e 27 de outubro, o evento — apelidado de VGP Round 3 — marcou uma nova fase de maturidade da comunidade capixaba de desenvolvedores de jogos, consolidando a FAESA como o epicentro da cultura gamer e tecnológica no Espírito Santo.

Organizado pela Victory Island Studios, em parceria com professores e alunos do curso de Jogos Digitais, o evento manteve o espírito de suas edições anteriores: compartilhar conhecimento, promover experiências práticas e fortalecer o ecossistema local de desenvolvimento de jogos.


🚀 Uma nova geração assume o palco

A abertura do evento foi marcada pela energia contagiante dos estudantes e pela presença de profissionais de destaque da indústria nacional.
O professor Rober Marconi-Rosi deu as boas-vindas ao público, destacando a importância do VGP como espaço de formação, colaboração e inovação.

Logo em seguida, Victor Hugo Körting de Abreu, representando a ExtintoGamer, apresentou a palestra “Empreendedorismo na área de Games”, trazendo uma reflexão sobre as oportunidades e desafios de quem desejava abrir seu próprio estúdio em um mercado ainda em construção.

Encerrando a noite de abertura, a IGDA Espírito Santo (International Game Developers Association) conduziu uma mesa redonda com desenvolvedores locais, debatendo o tema “O desenvolvimento de jogos no Espírito Santo”, que abordou as perspectivas de crescimento da indústria regional e a necessidade de união entre estúdios, professores e estudantes para fortalecer o setor.


💡 Dia 2 – Negócios, monetização e novos horizontes

Na sexta-feira, 26 de outubro, o segundo dia do VGP 2012 começou com a continuidade do torneio de Super Street Fighter IV, que empolgou o público com disputas acirradas e muita torcida.

A programação noturna trouxe uma sequência de palestras técnicas e inspiradoras:

  • Fred Rischter (Blue Pixel) abriu a noite com a palestra “Desenvolvimento, publicação, monetização e divulgação de jogos mobile – um comparativo entre plataformas”, mostrando aos participantes os caminhos para publicar jogos em diferentes lojas e as principais estratégias de monetização da época.

  • Em seguida, a Interama, um dos estúdios capixabas mais atuantes no cenário nacional, apresentou “33 maneiras de fazer dinheiro com games”, abordando desde modelos de licenciamento e advergames até oportunidades no mercado educacional e corporativo.

  • Encerrando o dia, a Victory Island Studios apresentou “The Long and Hard Road Out of Hell – Onde encontrar ajuda para seu empreendimento gamer”, uma palestra voltada a novos empreendedores e equipes independentes, com dicas sobre incubadoras, aceleração e captação de recursos para projetos de jogos.


🧩 Dia 3 – Workshop Day e experiências práticas

O sábado, 27 de outubro, foi inteiramente dedicado aos mini cursos e workshops práticos, das 8h às 12h, nos laboratórios da FAESA.
As atividades ocorreram em paralelo e contaram com inscrições limitadas, mas a alta procura levou muitos interessados a comparecerem no local em busca de vagas remanescentes.

A programação dos workshops foi diversa e ofereceu experiências aplicadas nas principais áreas do desenvolvimento de jogos:

  1. Victory Island StudiosDesenvolvendo Pong no Unity 3D: um workshop introdutório que ensinou os conceitos básicos da engine Unity e do desenvolvimento em C#.

  2. Nicholas Figueiredo (Victory Island) e Everton EbenezérModelagem e Animação de Personagens com 3Ds Max e Unity 3D: integração entre arte 3D e pipeline técnico.

  3. ExtintoGamer (Victor Hugo Körting de Abreu)Desenvolvendo Mobile com Android SDK: oficina prática de criação de jogos para dispositivos Android.

  4. Blue Pixel (Fred Rischter)Game Design, documentação técnica e prototipação: construção de GDDs e protótipos para equipes independentes.

Essas atividades deram aos participantes a oportunidade de colocar a mão na massa, explorar ferramentas profissionais e compreender o processo de desenvolvimento de jogos do conceito ao produto final.


🕹️ O torneio de Super Street Fighter IV

Ao longo dos três dias, o torneio de Super Street Fighter IV foi uma atração à parte.
Organizado pela Victory Island Studios, o campeonato contou com dezenas de inscritos e um sistema de chaves eliminatórias, seguindo regras oficiais do jogo e critérios de fair play.

As partidas aconteceram no Centro de Vivência da FAESA, e o clima foi de pura adrenalina, com o público vibrando a cada round.
A competição coroou três finalistas e garantiu momentos memoráveis que marcaram a história dos eSports capixabas em sua fase inicial.


🌐 Um evento construído pela comunidade

A Vitória Game Party 2012 foi uma celebração colaborativa: professores, alunos e estúdios locais se uniram para construir uma programação diversa e acessível.
A FAESA abriu seus auditórios e laboratórios para sediar o evento, enquanto os parceiros ofereceram workshops e palestras de forma voluntária.
Mais de 100 participantes se inscreveram oficialmente, entre estudantes de computação, design, comunicação e entusiastas de jogos, consolidando o evento como o principal encontro de desenvolvedores do Espírito Santo naquele ano.


💫 O legado do Round 3

A terceira edição do Vitória Game Party representou a consolidação do evento como ponto de encontro anual da cena de games capixaba.
Se nas edições anteriores o foco era mostrar o potencial do mercado, em 2012 o destaque foi a formação prática, o empreendedorismo e a integração entre academia e indústria.

O evento manteve viva a chama da cultura digital, reforçando o papel da FAESA como espaço de inovação, criatividade e experimentação.
Para muitos estudantes e participantes, o VGP 2012 foi o primeiro contato direto com o desenvolvimento profissional de jogos, uma experiência que despertou carreiras e inspirou novos projetos em todo o estado.


📸 Texto baseado nos registros do evento Vitória Game Party – Round 3 (25 a 27 de outubro de 2012, FAESA), relatos de participantes e material de divulgação original. Fotos disponíveis no álbum oficial da FAESA no Flickr.

O que esperar da 4º Edição

 

🚀 O que esperar da 4ª Vitória Game Party XR?

Quando o futuro deixa de ser promessa e se torna experiência.

Prepare-se para viver a semana mais imersiva do ano.
De 19 a 29 de novembro de 2025, o Espírito Santo se transforma no coração pulsante da tecnologia, da arte e da inovação.
A Vitória Game Party XR chega à sua 4ª edição trazendo o que há de mais vibrante no universo dos jogos, realidades estendidas e economia criativa — com palestras, workshops, cases e experiências que vão deixar você com o cérebro explodindo de ideias e o coração acelerado.


📍 19 de Novembro — Abertura HUB+ES

O ponto de ignição.

O evento começa em alto estilo no HUB+ES, na Enseada do Suá — um espaço onde criatividade e tecnologia respiram o mesmo ar.
Às 16h, as falas de abertura reúnem parceiros e mentes que estão transformando o Espírito Santo num polo de inovação nacional.
Logo depois, Fernanda Modolo sobe ao palco com a palestra “ECA Digital e o Setor de Jogos”, trazendo um olhar afiado sobre política, cultura e futuro.

E às 18h30, o palco é tomado por Victor Hugo Körting de Abreu, que apresenta “Resultados das Leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo na Indústria Criativa” — um raio-x poderoso sobre como o investimento público reacendeu o setor de jogos e mídias digitais no estado.

É o start. É o momento em que o passado e o futuro se encontram.


🎮 24 de Novembro — Unity & Indústria de Jogos

Mão no código, olho na revolução.

De volta à FAESA, o auditório principal se transforma num palco para criadores.
Às 19h, Wenes Soares, do canal Crie Seus Jogos, mostra o caminho das pedras em “Desenvolvendo meus jogos em Unity” — direto da base da engine mais usada no mundo.
Logo depois, Henrique (JHT) revela “Como é trabalhar com Unity”, em uma palestra que conecta sonho e realidade: do primeiro build à entrega profissional.

É a noite em que a paixão vira projeto, e o projeto vira carreira.


🧩 25 de Novembro — Realidades Imersivas

Quando o mundo físico deixa de ser o limite.

Das 13h às 17h, o Workshop de Desenvolvimento 2D com Unity, com Wenes Soares, mostra que mesmo no plano bidimensional é possível criar mundos cheios de vida e emoção.

Mas a virada vem à noite.
Às 19h, Gibran Chequer fala sobre “Desenvolvimento de Aplicações AR/VR/XR”, abrindo as portas do multiverso digital.
E às 20h15, Victor Hugo Körting de Abreu conduz o público por “As Oportunidades da Realidade Mista” — um mergulho intenso nas fronteiras entre o real e o virtual.

Quem assistir, sai com a mente expandida e o olhar no futuro.


⚙️ 26 de Novembro — VR & Game Business

O dia em que o sonho encontra o mercado.

Das 13h às 17h, o Workshop de Unity VR com Victor Hugo coloca os participantes dentro do código — literalmente.
Crie cenas, interaja em 3D, entenda o funcionamento dos mundos virtuais que estão redefinindo a forma como vivemos e aprendemos.

À noite, o foco muda para os bastidores do mercado:
Às 19h, Fabiano de Paula (Quimera Studio) mostra na prática “Como criar jogos para editais”, desmistificando o acesso a recursos e fomento.
E às 20h15, Marcelo Herzog (Mito Games) apresenta “Mito Games 2025 – O Ano da Empresa”, revelando como uma produtora capixaba se tornou referência nacional.

Negócio, arte e propósito — tudo no mesmo palco.


🌐 27 de Novembro — XR & Empreendedorismo

As ideias ganham forma, e os criadores viram líderes.

Das 13h às 17h, Victor Hugo retorna com o Workshop de Desenvolvimento em Realidade Mista (XR) — a fronteira definitiva da imersão.
Você vai aprender a criar experiências híbridas que conectam o corpo, o espaço e a emoção.

À noite, dois painéis imperdíveis sobre mercado e inovação:

  • 19hLucas Mendes (Level Up) revela segredos de Marketing e Publicação de Jogos;

  • 20h15Lucas Dallm fecha a noite com “Como Criar uma Startup de Jogos”, mostrando que empreender também é jogar — com estratégia, coragem e criatividade.


💻 28 de Novembro — WebXR & Mercado

O navegador virou o novo portal para o metaverso.

O futuro está online — e WebXR é o passaporte.
Das 13h às 17h, Victor Hugo ensina a criar experiências imersivas direto no navegador, usando Unity e tecnologias da internet 3.0.
Sem instalação. Sem barreiras. Só criatividade e inovação.

Às 19h, Márcio Filho apresenta “Panorama Nacional do Mercado de Games” — uma leitura estratégica sobre onde o Brasil está e para onde está indo.
Prepare-se para enxergar o mapa completo da indústria.


🏁 29 de Novembro — Encerramento

O gran finale.

O último dia é pura celebração.
Das 9h às 11h, o Centro de Vivência da FAESA recebe a Mostra Capixaba de Jogos Digitais — uma explosão de talento local, criatividade e tecnologia.
No mesmo espaço acontece a Reunião Aberta da Game Dev ES, onde desenvolvedores, professores e estúdios definem juntos os próximos passos da cena capixaba de jogos.

É o momento em que as conexões se solidificam, os projetos ganham vida e o ciclo recomeça.


A 4ª Vitória Game Party XR não é só um evento.
É um portal.
É o ponto onde educação, tecnologia e arte se encontram para criar o novo.
E o novo é agora.


📍 Datas: 19 a 29 de novembro de 2025
📍 Locais: HUB+ES (Enseada do Suá) e FAESA (Vitória)
🎟️ Inscrições: www.vitoriagameparty.com.br
🎮 Realização: Game Dev ES + FAESA
💡 Apoio: FAPES • SECULT • Hub ES+